Lancio di Mercati Alimentari Torino

Una piattaforma collaborativa sui mercati alimentari di Torino.

www.intessere.org/mercati-alimentari-torino

Grazie a Mercati alimentari Torino potrete:
visualizzare sulla mappa di Torino la localizzazione di tutti i mercati alimentari;
aggiungere commenti per ciascun mercato e visualizzare i commenti degli altri;
– visualizzare informazioni basilari su ciascun mercato;
– condividere considerazioni generali sui mercati.

A Torino ci sono più di 42 mercati, per un totale di circa 4.329 banchetti, attivi quasi tutti i giorni della settimana. Ciascuno di voi ne conosce e ne frequenta alcuni, sporadicamente o regolarmente. Chi è più assiduo, conosce i banchetti con i prodotti migliori, quelli dove la/il negoziante è più gentile, o quello dove si trova quel determinato prodotto; chi va ogni tanto, lo vuole sapere. Alcuni, poi, non hanno mai frequentato un mercato, o lo fanno eccezionalmente, se è vero che 68% degli italiani effettua la spesa alimentare al supermercato; così, sapere se c’è un mercato vicino a casa e che cosa ne pensa la comunità, può essere un’utile introduzione.

  • Per visitare subito Mercati alimentari Torino, andare qui.
  • Per conoscere il funzionamento base di Mercati alimentari Torino, guardate il tutorial video.
  • Per vedere gli ultimi commenti inseriti, visitate il Gruppo Mercati Alimentari Torino.
  • Per creare una nuova discussione su Mercati Alimentari Torino, o visualizzare quelle aperte, vai sul forum dedicato;
  • In particolare, contribuite con suggerimenti e proposte per migliorare Mercati Alimentari Torino.

Se non l’avete ancora fatto, entrate a far parte della comunità intèssere, registrandovi.

Contribuições à elaboração de projeto sobre agrofloresta

R: [rede_apa] Projeto APA 2010-2011

Caras/os,

Gostaria de contribuir também um pouco com o debate sobre o projeto da
chamada 33 do CNPq.

Sendo novo desta mailing list, me apresento brevemente: trabalho desde o
2004 no Brasil (antes no Baixo-Amazonas, Pará, agora em S. Paulo),
gerenciando projetos (elaboração, monitoramento e avaliação) e realizando
capacitações e estudos de viabilidade econômica, social e ambiental para
pequenos empreendimentos solidários. Se tivesse um jeito para conhecer um
pouco os outros integrantes da lista, seria muito feliz.

As chamadas mais apropriadas para o desenho de projeto que até agora
enxergo, são a 1 (Projetos de Pesquisa em Experiências Inovadoras no Ensino,
Aprendizagem e Intervenção em Extensão Rural, no âmbito da Agricultura e
Familiar em consonância com a Política Nacional de Ater) e 2 (Projetos de
inovação tecnológica que desenvolvam ações de experimentação, validação e
disponibilização de tecnologias apropriadas à agricultura familiar, as
propostas deverão promover a participação dos agricultores e agricultoras
familiares e a sustentabilidade de seus sistemas de produção…).

Depende um pouco de como se entende a “inovação tecnológica”: em sentido
amplo – portanto a “tecnologia social” faz parte – ou em sentido restrito,
mais técnico, mas a 2 seria a mais apropriada, na minha avaliação, pelos
objetivos que até agora foram apresentados.

Observação importante: a chamada 1 e 2 necessitam de um caráter
inter-estadual (cf. pontos II.2.1.3.2 e II.2.2.3.3).

Na linha do que foi falado até agora, acredito que o foco do projeto pode
ser “fortalecimento de relações justas produtores – consumidores, tendo como
protagonista os jovens”, tendo como objetivo/ meio o fortalecimento das
articulações estaduais (envolvendo duas, não mais) e da articulação
regional.

As principais ações poderiam ser:
a) o mapeamento;
b) capacitação de agentes comunitários de venda.

Algumas observações sobre estes dois pontos:
Mapeamento. Eu também fico um pouco preocupado com a presencia de vários
mapeamentos; eles são realizados, colocados na Internet, mas raramente
conseguem ter uma continuidade; portanto, muitas vezes as informações não
são completas, ou não são atualizadas. O mapeamento relacionado à este
projeto deveria ser um mapeamento temático, voltado aos produtos (ou seja,
uma plataforma de encontro entre oferta e demanda). Uma plataforma deste
tipo existe já, é o “Farejador da Economia Solidária”
(http://www.fbes.org.br); não sei porém quanto seja atualizado. Outra página
com este intuito está no site da Rede Ecovida, mas eu tentei e não encontrei
nada. No site www.prefiraorganicos.com.br S. Paulo não está presente, RJ com
41 pontos de venda de orgânicos, MG – ausente, ES – ausente; isto deve ser
um problema temporário, sendo que está começando a ser implementado; porém,
não dá para saber quais produtos estão presentes. Finalmente, o nosso
querido www.agroecologiaemrede.org.br, tem objetivo diferenciado, que é
mapear experiências agroecologicas, mas, evidentemente, é uma fonte
importante neste sentido.

Capacitação de agentes comunitários de venda. É basicamente a idéia de
capacitar jovens das comunidades para oferecer os produtos da comunidade nos
mercados locais.

Gostaria de concluir dizendo que o Convivium de Slow Food de S. Paulo
(http://www.slowfoodbrasil.com/) pode ter interesse em envolver a sua rede
de chefs de restaurantes nestas relações oferta – demanda.

Infelizmente não poderá estar no encontro do 11/11, mas, no que for
possível, posso contribuir na elaboração da proposta.

Por enquanto é tudo.
Abraços,
luca

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=> visite www.lucafanelli.net <=
luca fanelli
cell +55 11 8689 9196
email luca.fanelli@…
° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° ° °

Seminário Regional Sudeste de Construção do Conhecimento Agroecológico

Participação à este seminário.

Local: Auditório da Biblioteca Central (Abertura e apresentação de trabalhos)

Período: 13/10/2009 a 15/10/2009
Horário: 08:00 h
Público-Alvo: Produtores Rurais Quilombolas Indígenas Estudantes Técnicos Pesquisadores Professores
Coordenador: IVO JUCKSCH
Telefone de Contato: 3899 1075
Promoção:
DPS-DEPARTAMENTO DE SOLOS
Departamento de Educação
Associação Brasileira de Agroecologia
Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata – CTA-ZM