Sicurezza alimentare e sviluppo sostenibile in Brasile… mediante la conservazione e l’uso sostenibile delle risorse genetiche vegetali

Ci spiace, ma questo articolo è disponibile soltanto in Inglese Americano.

Land managment in Angola, Bolivia, Brazil and Mozambique

A concept note was submitted to the European Union, in answer to the call “Non-State Actors and Local Authorities in Development” (EuropeAid/129492/C/ACT/TPS).

The title of the project is “Sustainable development of regions characterised by indigenous and tradicional peoples, by a participatory, fair and sustainable land management (ordenamento territorial )”.

The applicant is the Instituto Socioambiental, and the partners are: Associação Construindo Comunidades (ACC), of Angola, GVC, and RETE, of Italy and the Open Society, of South Africa. The countries involved in the proposal are: Angola, Bolivia, Brazil and Mozambique.

I was in charge of the partners co-ordination and the writing of the proposal. For more information, please send me an email.

Oral histories of the Italian NGO in Brazil

Starting from today, I’m looking for support for the project Oral histories of the Italian Non Governmental Organization in Brazil.

The objective of the project is to “collect and systematize oral documents related to the history of the Italian NGO, acting in Brazil from the 1960 until now, in order to publish a popular book and a short documentary”.

For more information, contact info at lucafanelli.net.

Contribuições à elaboração de projeto sobre agrofloresta

R: [rede_apa] Projeto APA 2010-2011

Caras/os,

Gostaria de contribuir também um pouco com o debate sobre o projeto da
chamada 33 do CNPq.

Sendo novo desta mailing list, me apresento brevemente: trabalho desde o
2004 no Brasil (antes no Baixo-Amazonas, Pará, agora em S. Paulo),
gerenciando projetos (elaboração, monitoramento e avaliação) e realizando
capacitações e estudos de viabilidade econômica, social e ambiental para
pequenos empreendimentos solidários. Se tivesse um jeito para conhecer um
pouco os outros integrantes da lista, seria muito feliz.

As chamadas mais apropriadas para o desenho de projeto que até agora
enxergo, são a 1 (Projetos de Pesquisa em Experiências Inovadoras no Ensino,
Aprendizagem e Intervenção em Extensão Rural, no âmbito da Agricultura e
Familiar em consonância com a Política Nacional de Ater) e 2 (Projetos de
inovação tecnológica que desenvolvam ações de experimentação, validação e
disponibilização de tecnologias apropriadas à agricultura familiar, as
propostas deverão promover a participação dos agricultores e agricultoras
familiares e a sustentabilidade de seus sistemas de produção…).

Depende um pouco de como se entende a “inovação tecnológica”: em sentido
amplo – portanto a “tecnologia social” faz parte – ou em sentido restrito,
mais técnico, mas a 2 seria a mais apropriada, na minha avaliação, pelos
objetivos que até agora foram apresentados.

Observação importante: a chamada 1 e 2 necessitam de um caráter
inter-estadual (cf. pontos II.2.1.3.2 e II.2.2.3.3).

Na linha do que foi falado até agora, acredito que o foco do projeto pode
ser “fortalecimento de relações justas produtores – consumidores, tendo como
protagonista os jovens”, tendo como objetivo/ meio o fortalecimento das
articulações estaduais (envolvendo duas, não mais) e da articulação
regional.

As principais ações poderiam ser:
a) o mapeamento;
b) capacitação de agentes comunitários de venda.

Algumas observações sobre estes dois pontos:
Mapeamento. Eu também fico um pouco preocupado com a presencia de vários
mapeamentos; eles são realizados, colocados na Internet, mas raramente
conseguem ter uma continuidade; portanto, muitas vezes as informações não
são completas, ou não são atualizadas. O mapeamento relacionado à este
projeto deveria ser um mapeamento temático, voltado aos produtos (ou seja,
uma plataforma de encontro entre oferta e demanda). Uma plataforma deste
tipo existe já, é o “Farejador da Economia Solidária”
(http://www.fbes.org.br); não sei porém quanto seja atualizado. Outra página
com este intuito está no site da Rede Ecovida, mas eu tentei e não encontrei
nada. No site www.prefiraorganicos.com.br S. Paulo não está presente, RJ com
41 pontos de venda de orgânicos, MG – ausente, ES – ausente; isto deve ser
um problema temporário, sendo que está começando a ser implementado; porém,
não dá para saber quais produtos estão presentes. Finalmente, o nosso
querido www.agroecologiaemrede.org.br, tem objetivo diferenciado, que é
mapear experiências agroecologicas, mas, evidentemente, é uma fonte
importante neste sentido.

Capacitação de agentes comunitários de venda. É basicamente a idéia de
capacitar jovens das comunidades para oferecer os produtos da comunidade nos
mercados locais.

Gostaria de concluir dizendo que o Convivium de Slow Food de S. Paulo
(http://www.slowfoodbrasil.com/) pode ter interesse em envolver a sua rede
de chefs de restaurantes nestas relações oferta – demanda.

Infelizmente não poderá estar no encontro do 11/11, mas, no que for
possível, posso contribuir na elaboração da proposta.

Por enquanto é tudo.
Abraços,
luca

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luca fanelli
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