A fotografia como fonte para a história agora on-line

Luca FANELLI, La fotografia come fonte storica, «I viaggi di Erodoto», v. 40, 1999.

Questo articolo si pone a chiusura di una serie di testi che affrontarono, non direttamente, ma con una grande ricchezza di spunti, la questione della fotografia come fonte storica, e in un certo modo anticipa un’altro gruppo di scritti, più maturi, che hanno tematizzato, discusso ed approfondito il tema.

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Testi citati nell’articolo.

Testi sul tema (alcuni testi citati nell’articolo, più altre opere, più recenti).

 

Luca FANELLI, La fotografia come fonte storica [Photography as a source for history], «I viaggi di Erodoto», v. 40, 1999.

This article closes a sequence of works that deal – not directly, but gathering a lot of clues – with the question of the photography as a source for history; as the same time, in some way it anticipates another later group of works, more mature, that debated and deepened the understanding of this issue.

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Works cited in the article.

Works related to the issue (some works cited in the article, with some other newer works).

 
Luca FANELLI, La fotografia come fonte storica [A fotografia como fonte para a história], «I viaggi di Erodoto», v. 40, 1999.

Este artigo fecha uma fase, onde várias obras relacionaram-se à questão da fotografia como fonte para a história, não fazendo isso de forma direta, mas sim proporcionando um grande volume de idéias e sugestões; de alguma forma, ele antecede um outro grupo de trabalhos, mais maduros, que se confrontam com o assunto mais amplamente e mais profundamente.

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Obras citadas no artigo.

Obras relacionadas ao tema (uma parte das obras citadas no artigo, com outros textos mais recentes).

Pesquisa e ação para o desenvolvimento

ricercazioneDurante o XXX Congresso Internacional de Americanística, Perugia (Italia), 6-12 maio de 2008, na mesa redonda Amazônia. Estado da arte das pesquisas a campo, foi amplamente discutida a problemática da relação entre pesquisa, notadamente humanística, e mais precisamente antropológica, e projetos de desenvolvimento, de forma geral, mas sobretudo não governamentais.

Em resumo, foi colocada, por um lado, a interdependência, forte de um ponto de vista epistemológico, e necessária, de um ponto de vista prático, entre pesquisa e ação; por outro lado, a separação entre “atores da pesquisa” (universidades em primeiro lugar) e “atores do desenvolvimento” (ong em primeiro lugar) (permita-se o uso da palavra desenvolvimento, por causa da difusão dela, mesmo que o seu sentido precise ser problematizado).

Leia um relato do debate (em italiano).

A partir daí, procuramos ampliar este debate, envolvendo profissionais com experiência nesta área de limite, a partir destas perguntas orientadoras:

1.a) Você compartilha a opinião que, na prática, os atores da pesquisa e os atores do desenvolvimento agem de forma separada?

1.b) Ao que é devida esta separação?

1.c) Mais especificamente, esta separação é causada por diferentes olhares sobre o mundo, por práticas diferentes, ou por motivos institucionais (as instituições de pesquisa se formaram em âmbitos e tempos diferentes, do que as organizações não governamentais)?

2) Uma das questões que se põe, no bojo deste debate, é a relação entre equilíbrio e a mudança. Quanto mais avalia-se que uma sociedade ou um grupo está em equilíbrio (interno e/ou externo), quanto menos a atitude junto à este grupo é voltado à mudança, e vice-versa.
Os atores da pesquisa e os atores do desenvolvimento posicionam-se com respeito à esta díade (equilíbrio/ mudança) da mesma forma, ou de formas diferentes?

3) Têm um consenso a respeito da questão que sempre a pesquisa é ação (cada ato é político). Pode se afirmar o contrário, ou seja, que a ação é pesquisa? Se sim, quais exemplos têm a este respeito?

5) Qual é a experiência da relação entre pesquisa e ação na Sua organização?